.prepare-se.
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Não há muito o que dizer, o conteúdo a de explicar-se por si só. Mas adianto que o que está aí é de autoria minha, por isso não há de ser perfeito, na verdade está muito longe disso, por isso critique, deixe seu comentário, sua crítica, não exite que não existe progresso sem crítica. Obrigado, e seja bem-vindo.
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2.7.09

Me saltam na memória os teus momentos...
e relembro, revivo, re-sinto outra vez.
Tão distante, mas tão presente.
E por mais que eu me esforce,
volto sempre a perguntar:
Quem é você?

29.6.09

Estava ali.

Estava onde estive e,
depois que saiu,
onde estou.

Através da vista
víamos, viviamos
visitávamo-nos
mutuamente.

e papo ía longe
ía, ía, ía... e aí?
nos vimos, sentimos.
aproximamo-nos...

... tivemos nosso tempo,
e quando muito próximos
fechávamos os olhos e
falávamos, não dizíamos.

excluímos o que temos
de homem e de mulher
e éramos vertigem...
fomos azuis e vermelho-sangue

Passou. voltamos a ser
voltamos a ser dores de cabeça
e compromissos e agendas,
mas éramos eu outra vez.

e de vida separadas,
de caminhos diferentes
passos descompassados
não nos vimos mais ao lado.

e hoje você vai ser mãe...

3.6.09

escrevi, mas nunca enviei

É difícil assumir, duro mesmo. É que tem coisas que a gente engole, finge que não viu, passa direto, mas não dá... Eu sei que eu fui o mentor e protagonista de todo aquele drama, talvez você mereça créditos pelos motivos que me deu, mas olhando para trás vejo uma piscadela na minha vida de tempo perdido. Quem tem tempo? Só quem o tem pode perdê-lo e o tempo-livre não é de ninguém. Ninguém perde o tempo-livre. Quem não tem tempo pra dar um abraço se queixa por perder tempo...

Meu tempo foi seu, mas faz tempo que aconteceu. Talvez você não queira se lembrar, mas é mentira quando diz que esqueceu.

tenho tanto pra escrever... mas fica pra outra hora, um dia desses eu te ligo.

beijos
Fausto

17.5.09

Há muito não parava, mas hoje consegui. Passei o dia em casa.

11.2.09

Vou devagar mesmo estando com pressa,

e os primeiros raios do sol se incinuam lá na frente.
Na marginal pinheiros, sentido interlagos
vejo o sol nascendo calmo, bem calmo.

A luz espreita por entre o cinza endêmico paulista
e consegue, finalmente, tocar o asfalto.
Raramente vejo no trânsito as pessoas sorrindo
O sol sobe lento e lento as pessoas vão indo.

Os carros parecem muito conversar
já que estão lado a lado e tão próximos!
Mas sempre tem aquele que quer passar,
e não adianta. Nem sirene vai sem retardar.

E os prédios ainda estão mais altos que o sol
vou observando a luz tomando espaço,
mas ainda nos deixando com um pouco de escuridão.
Essa é a vida paulista. Essa é a vida, paulista.

E quando chega a minha hora!
saio da pista expressa, dou seta! dou seta!
viro a direita e me despeço da marginal
e mais meio monte de outros carros também.